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As minhas obrigações prioritárias têm ficado para trás, para segundo plano,
quando são o meu primeiro plano (?)
Será falta de motivação
Será doença
Será preguiça
Será simples desleixo
Será confusão
Será medo
?
É isso tudo e ausência.
Necessidade de silêncio.
O evitar pensar trouxe-me a miscelânea turbulenta de pensamentos.
Não é mentira o que sinto, o que confesso, o que segredo, o que anseio, o que sonho...
Mas...oh O "mas"...
Há sempre aqueles meus sonhos que estão antes de tudo,
para os quais tenho tentado caminhar até agora,
mesmo que tantas vezes tortuosa e erradamente...
Sempre esta sensação de não ser de ninguém, de querer ser de todos, de estar no lugar errado...de estar apenas de passagem, de fazer mais sentido dar-me aos outros que não conheço mas que só esperam um sorriso, uma atenção, a esperança de sentirem-se dignos...
Sempre aquele sussurrar a chamar-me...que não me deixa esquecer, que me recorda que me estou a desviar do caminho,
que me faz chorar por não perceber como conciliar o que é importante para mim...não é chorar de angústia...é chorar de saudade...
O meu afastamento de tudo e de todos...ter que escolher...arriscar...prescindir...abdicar...desprender-me...partir...amar.
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
O mar sabe amar
Tento pensar no que estou a viver,
no que estou a sentir e... Faltam-me palavras!
Todas as que possa usar são redutoras,
não deixam de ser válidas é verdade,
mas... Ficam tão aquém!
Pode parecer apressado, pode parecer precipitado,
pode mesmo até ser, no entanto, faz todo o sentido agora.
Ao mesmo tempo que foi tudo rapidamente alucinante e acelerado,
também sinto uma calmaria...
Como se a maré-alta tivesse vindo e arrastado tudo consigo
e depois na maré-vaza tudo acalmou, como se a força instintiva das ondas nem tivesse ali passado. Embora tenha deixado as suas marcas de liberdade natural, para não dizer de destruição,
porque o mar não o faz propositadamente, fá-lo apenas porque assim é, fá-lo para o seu equilíbrio.
("Aiii que mariquices!")
O mar sabe amar.
.
no que estou a sentir e... Faltam-me palavras!
Todas as que possa usar são redutoras,
não deixam de ser válidas é verdade,
mas... Ficam tão aquém!
Pode parecer apressado, pode parecer precipitado,
pode mesmo até ser, no entanto, faz todo o sentido agora.
Ao mesmo tempo que foi tudo rapidamente alucinante e acelerado,
também sinto uma calmaria...
Como se a maré-alta tivesse vindo e arrastado tudo consigo
e depois na maré-vaza tudo acalmou, como se a força instintiva das ondas nem tivesse ali passado. Embora tenha deixado as suas marcas de liberdade natural, para não dizer de destruição,
porque o mar não o faz propositadamente, fá-lo apenas porque assim é, fá-lo para o seu equilíbrio.
("Aiii que mariquices!")
O mar sabe amar.
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
Mais que palavras
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Arriscar leva-nos o medo
Sonho
Respiro
Sorrio
Penso, não penso
Sinto
Descubro
Vivo num aqui a anos-luz
Arrisco pelo gosto de voar
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domingo, 4 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
No more words...
As palavras que ficaram por pronunciar perderam-se no tempo, perderam-se no sentido, perderam-se de ti, de mim, de um nós que nunca existiu, que não existirá.
As palavras sentidas, tornaram-se um segredo, que me corrói e que eu não quero mais.
Porque me consome, porque me cansa, porque me faz sonhar irracionalmente, porque apenas a mim me prende, nesta utopia que me entorpece, nesta dúvida que me assola, neste ser que não é, neste sentir que tu não queres.
segunda-feira, 1 de março de 2010
"Onde está Deus?"
"É nesta fragilidade exposta, tão brutal, que encontro a essência de Deus."
[do Workshop «Como no Haiti… Onde está Deus?»]
Passadas duas semanas recordo o Taizé meeting no Porto (13 a 16 de Fevereiro de 2010) =)
Nas Tuas mãos coloco o povo da Madeira, o povo do Haiti, que não pode ficar esquecido, e o povo Chileno... Nas Tuas mãos nos entregamos... =)
Quando o inesperado acontece só a fé não nos abala.
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Hoje
Hoje quando regressava a Portalegre, enquanto atravessava o Tejo, apercebi-me que de facto a minha estabilidade, o meu equilíbrio, está neste constante partir, no procurar de vida, no apreciar das pequenas grandes maravilhas que me rodeiam, no chorar mansamente o que dói, no agradecer.
Pode haver muita "coisa" errada à minha volta que me chama e que eu anseio ajudar a transformar, isso só é possível quando eu própria me entrego.
'Assim me deixo metamorfosear nesta simplicidade alucinante que me faz sorrir e acreditar.'
E hoje... *Paz e esperança para os que partiram e para os que choram*
Pode haver muita "coisa" errada à minha volta que me chama e que eu anseio ajudar a transformar, isso só é possível quando eu própria me entrego.
'Assim me deixo metamorfosear nesta simplicidade alucinante que me faz sorrir e acreditar.'
E hoje... *Paz e esperança para os que partiram e para os que choram*
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Quando...
Quando faço nada. Quando faço tudo o que não interessa. Quando nada muda. Quando fujo do que tenho que fazer. Quando não tenho coragem de o fazer.
Eu não faço,
tu não fazes,
ele não faz,
nós não fazemos,
vós não fazeis,
eles não fazem...
Quando fico ansiosa. Quando me sinto perdida. Quando me afasto de ti.
Algo está errado.
O medo paralisa-me...
Medo do quê? Porquê?
Aceitasse eu estar apenas nas tuas mãos e... na minha pequenez confiar. Hope.
Amanhã PORTO! =)
http://www.taize.fr/pt_article9172.html
Eu não faço,
tu não fazes,
ele não faz,
nós não fazemos,
vós não fazeis,
eles não fazem...
Quando fico ansiosa. Quando me sinto perdida. Quando me afasto de ti.
Algo está errado.
O medo paralisa-me...
Medo do quê? Porquê?
Aceitasse eu estar apenas nas tuas mãos e... na minha pequenez confiar. Hope.
Amanhã PORTO! =)
http://www.taize.fr/pt_article9172.html
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Simplesmente sorrio =)
Isto podia ser de outra maneira, podia esforçar-me mais, claro que me podia dar ainda mais. "E? Mas? ... Pois, claro! Porque sim, porque não!"
Sou eu mesma, sou assim. Sou tola na minha alegria, tola no amor que tenho para os outros. Sorrio na simplicidade. Sou.
Fica sempre algo por fazer, por dizer, por viver... Agora não pode ficar nada por amar!
Sem promessas, no agora! Amo. Com tudo o que isso implica e =)
P.S. Amanhã Santiago de Compostela :D
Sou eu mesma, sou assim. Sou tola na minha alegria, tola no amor que tenho para os outros. Sorrio na simplicidade. Sou.
Fica sempre algo por fazer, por dizer, por viver... Agora não pode ficar nada por amar!
Sem promessas, no agora! Amo. Com tudo o que isso implica e =)
P.S. Amanhã Santiago de Compostela :D
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Where is the silence?
Ruído ensurdecedor que esvazia a coerência,
que desrespeita o silêncio que te quer,
que violenta a cabeça no ar,
que ruidosamente rói o que te resta.
Música fria, clandestina...
Tremelique de alma,
demência de espírito,
susto encoberto e desconcentrado,
sono fugidio que me encarcera.
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