Tento pensar no que estou a viver,
no que estou a sentir e... Faltam-me palavras!
Todas as que possa usar são redutoras,
não deixam de ser válidas é verdade,
mas... Ficam tão aquém!
Pode parecer apressado, pode parecer precipitado,
pode mesmo até ser, no entanto, faz todo o sentido agora.
Ao mesmo tempo que foi tudo rapidamente alucinante e acelerado,
também sinto uma calmaria...
Como se a maré-alta tivesse vindo e arrastado tudo consigo
e depois na maré-vaza tudo acalmou, como se a força instintiva das ondas nem tivesse ali passado. Embora tenha deixado as suas marcas de liberdade natural, para não dizer de destruição,
porque o mar não o faz propositadamente, fá-lo apenas porque assim é, fá-lo para o seu equilíbrio.
("Aiii que mariquices!")
O mar sabe amar.
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