Hoje quando regressava a Portalegre, enquanto atravessava o Tejo, apercebi-me que de facto a minha estabilidade, o meu equilíbrio, está neste constante partir, no procurar de vida, no apreciar das pequenas grandes maravilhas que me rodeiam, no chorar mansamente o que dói, no agradecer.
Pode haver muita "coisa" errada à minha volta que me chama e que eu anseio ajudar a transformar, isso só é possível quando eu própria me entrego.
'Assim me deixo metamorfosear nesta simplicidade alucinante que me faz sorrir e acreditar.'
E hoje... *Paz e esperança para os que partiram e para os que choram*
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