Deixar tudo para trás das costas.
Sim, sou pequena de mais, insignificante. Sou um grão de trigo, que precisou morrer na terra, para nascer de novo.
Tenho errado tanto. Sobrevivo afastada de todos, por livre e (in)consciente vontade. Escondo-me neste buraco negro para onde fui sugada a anos-luz. Escondo o que sou, o que fui, o que posso ser. Lá vem a saudade.
Pelo meu caminho tenho conhecido pessoas espectaculares, autênticas, com todas as suas imperfeições (imperfeições segundo elas), que tanto me têm ensinado, que tanto amor me mostraram, que tanto Deus da Vida irradiam.
Se hoje sou o que sou, se hoje quero arriscar, devo-o a eles. A eles que são de Ti, mesmo aqueles que não o sabem.
As coisas são complicadas porque nós deixamos, porque nós as complicamos, a acomodação, a futilidade, o desperdício, o fugir constante. Não é falta de motivação, é o medo. Medo de arriscar, de ousar, de ser diferente.
Obrigada por fazerem parte de mim =) Obrigada por me deixarem ser ‘doida varrida’ no meu tempo. O que Deus une é eterno e o amigo torna-se irmão do coração.
Coldplay deixa-me assim :p Simples.
“Pequeno, pouco e possível” Começar outra vez.
Sem comentários:
Enviar um comentário